Investigação apura falhas de gestão após explosão em Hunan que deixou 37 mortos, em meio a esforços contra a corrupção local.
A comissão de disciplina da província de Hunan, na China, anunciou na última quinta-feira a abertura de uma investigação contra três autoridades de alto escalão ligadas ao sistema de gestão de emergências local. A medida ocorre em resposta à explosão de uma fábrica de fogos de artifício ocorrida no mês passado, que resultou na morte de 37 pessoas. O inquérito busca apurar falhas graves de gestão, negligência e possíveis violações de normas de segurança e disciplina pública. A ação faz parte de um esforço contínuo do governo chinês para combater a corrupção e a má conduta em órgãos regionais, visando responsabilizar gestores por incidentes industriais fatais. As autoridades investigadas podem enfrentar sanções administrativas e criminais caso sejam confirmadas as irregularidades na fiscalização da unidade fabril.
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