O governo chinês proibirá o uso de apartamentos residenciais para guardar urnas funerárias, uma prática que surgiu devido aos altos custos e à escassez de espaço em cemitérios.
O governo chinês anunciou a proibição do uso de apartamentos residenciais para guardar urnas funerárias, uma prática que se popularizou no país devido aos altos custos e à escassez de espaço em cemitérios. A medida, que entra em vigor antes do Festival de Qingming, o Dia da Limpeza dos Túmulos, visa combater a confusão entre espaços para vivos e mortos, além da falta de transparência nos preços dos funerais.
A prática de transformar apartamentos em cemitérios improvisados surgiu como uma alternativa à inflação dos serviços funerários, que estão entre os mais caros do mundo na China, superados apenas pelo Japão. A rápida urbanização e a crise imobiliária, que derrubou os preços dos apartamentos, também contribuíram para que muitos chineses adquirissem imóveis encalhados com a finalidade de criar salas de rituais para seus entes queridos.
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