EUA impõem novas sanções contra presidente de Cuba e setor de mineração
O governo Trump ampliou sanções contra Miguel Díaz-Canel e entidades cubanas, intensificando o bloqueio econômico e alertando parceiros internacionais.
Pontos principais
- As sanções atingem o presidente Miguel Díaz-Canel, seus familiares e setores estratégicos como mineração e turismo.
- Entidades como a Amistur Cuba e a joint venture Minera la Victoria foram incluídas na lista de restrições.
- O governo cubano classificou as medidas como uma ameaça à soberania e tentativa de intervenção estrangeira.
- O secretário de Estado Marco Rubio afirmou que empresas estrangeiras que negociarem com os sancionados poderão sofrer penalidades.
- A economia local enfrenta agravamento na escassez de combustível e aumento de apagões devido ao bloqueio.
O governo dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, anunciou um novo pacote de sanções econômicas contra Cuba, mirando diretamente o presidente Miguel Díaz-Canel e seus familiares. As medidas estendem-se a diversas entidades estatais e privadas, com foco especial nos setores de mineração e turismo, incluindo a empresa Amistur Cuba e a joint venture Minera la Victoria. O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou que bancos e companhias estrangeiras que mantiverem relações comerciais com os alvos das sanções estarão sujeitos a penalidades por parte de Washington. O governo cubano repudiou a decisão, classificando-a como uma afronta à soberania nacional. A intensificação do bloqueio ocorre em um momento de fragilidade econômica na ilha, que já lida com crises severas de abastecimento de combustível e constantes interrupções no fornecimento de energia elétrica para a população.
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