O governo cubano refutou formalmente as acusações dos Estados Unidos de que o conglomerado estatal Gaesa seria utilizado para enriquecimento ilícito. Segundo Havana, a empresa atua como uma ferramenta estratégica de resistência ao bloqueio econômico, sendo responsável por gerar as divisas necessárias para sustentar a economia nacional e os programas sociais. As autoridades cubanas argumentam que as denúncias americanas servem apenas como pretexto para aprofundar o isolamento do país e inibir a entrada de capital estrangeiro. O cenário ocorre em um momento de crise interna, com relatos de escassez de produtos básicos e apagões frequentes. A administração do presidente Donald Trump tem intensificado as sanções contra a ilha, o que tem restringido o acesso a recursos vitais, como o petróleo, e forçado a saída de investidores internacionais, a exemplo da canadense Sherritt International.
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