O endurecimento das sanções americanas contra o conglomerado Gaesa força a saída de investidores internacionais e agrava a crise econômica em Cuba.
O endurecimento das sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos contra o conglomerado econômico-militar cubano Gaesa tem provocado uma debandada de investidores estrangeiros da ilha. O Departamento do Tesouro estabeleceu o dia 5 de junho como prazo limite para que companhias internacionais rompam vínculos com o grupo, sob pena de sofrerem sanções diretas. Entre as empresas que já anunciaram o encerramento ou a redução de suas operações estão as redes hoteleiras Meliá e Iberostar, além da mineradora canadense Sherritt. A saída em massa de capital estrangeiro gera um cenário de instabilidade sem precedentes para a economia local. Analistas do setor preveem que o impacto dessas medidas fará de 2026 o ano mais crítico para a economia cubana nas últimas sete décadas, evidenciando a fragilidade do país diante das pressões geopolíticas atuais.
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