O governo dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, intensificou a pressão sobre o regime cubano ao ampliar sanções contra o GAESA. O conglomerado, gerido pelas forças militares da ilha, detém o controle de uma parcela significativa da economia nacional, estimada entre 40% e 70%. A estrutura funciona como um Estado paralelo, operando sem transparência fiscal ou auditorias governamentais, enquanto os lucros são concentrados pela elite militar e por familiares dos Castro. A medida busca enfraquecer a base financeira do regime, que tem priorizado investimentos no setor de turismo mesmo diante de uma grave crise econômica e da escassez de recursos básicos para a população. A influência contínua de figuras ligadas ao alto escalão do governo no comando do GAESA levanta questionamentos sobre a viabilidade de reformas estruturais no país a curto prazo.
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