A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizou um evento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reforçar a necessidade de conduta ética, imparcialidade e transparência por parte dos magistrados brasileiros. Como relatora de um código de conduta na Suprema Corte, a ministra defendeu que a atuação dos juízes deve ser pautada pela discrição e pelo compromisso com a integridade do Poder Judiciário. O discurso foi amplamente interpretado pelo meio jurídico como um contraponto direto ao Fórum de Lisboa, evento organizado pelo ministro Gilmar Mendes que costuma reunir diversas figuras públicas e autoridades. A declaração de Cármen Lúcia ocorre em um momento de intenso debate nacional sobre os limites da exposição pública de membros do Judiciário e o impacto dessas interações na percepção de imparcialidade das cortes do país.
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