O Índice Global dos Direitos, publicado pela Confederação Sindical Internacional (CSI), colocou a Argentina, o Panamá e o Equador entre os dez piores países do mundo em termos de garantia de direitos trabalhistas. O levantamento, que analisou 151 nações a partir de indicadores da Organização Internacional do Trabalho (OIT), destaca uma deterioração severa das condições sindicais na Argentina sob a gestão de Javier Milei. Além da repressão estatal e vigilância, o relatório aponta que a América Latina permanece como a região mais perigosa para trabalhadores e líderes sindicais, registrando casos de execuções extrajudiciais. Enquanto a maioria dos países latino-americanos enfrenta retrocessos, o Uruguai se destaca positivamente como a única exceção regional, sendo classificado no grupo de países com violações esporádicas, o que evidencia uma disparidade crescente nas políticas de proteção ao trabalho no continente.
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