O Banco Mundial divulgou seu relatório de abril, projetando um crescimento de 2,1% para a América Latina e o Caribe em 2026, com alertas para o Brasil e destaque positivo para a Argentina.
O Banco Mundial divulgou seu relatório de abril, projetando um crescimento do PIB de 2,1% para a América Latina e o Caribe em 2026, uma redução em comparação com os 2,4% esperados para 2025. A região continua a apresentar uma das taxas de crescimento mais lentas do mundo, impactada por dificuldades estruturais e um investimento contido. O consumo privado é apontado como o principal motor econômico, mas o investimento é limitado pela incerteza global e doméstica, além das condições de financiamento.
O documento oferece diagnósticos econômicos distintos para as maiores economias sul-americanas. Enquanto a Argentina recebe destaque positivo, com melhora nas expectativas, e o Paraguai é impulsionado por exportações agrícolas e estabilidade macroeconômica, o Brasil e o México enfrentam perda de dinamismo devido a condições financeiras restritivas, espaço fiscal limitado e incerteza na política comercial. A falta de melhora em relação a 2025 implica ganhos de renda per capita praticamente estagnados para muitos países da região.
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