O parlamento de Gana aprovou um projeto de lei rigoroso que criminaliza a promoção de atividades LGBTQ e impõe penas de até três anos de prisão para quem se identifica como parte da comunidade. A medida amplia o alcance das punições ao incluir defensores de direitos humanos, jornalistas, médicos e familiares, além de alterar a Lei de Extradição de 1960 para permitir a extradição de indivíduos acusados sob a nova legislação. O presidente John Dramani Mahama, que assumiu o cargo em 2025, declarou apoio à iniciativa, marcando uma mudança de postura em relação ao governo anterior. A decisão gerou críticas severas da Human Rights Watch, que aponta violações aos direitos de igualdade e liberdade de expressão. O cenário reflete uma tendência regional de endurecimento de leis contra minorias sexuais em países da África Ocidental, como Senegal e Burkina Faso.
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