A designação do grupo criminoso venezuelano Tren de Aragua como organização terrorista pelos Estados Unidos foi o passo fundamental de uma estratégia de segurança mais ampla, que culminou na captura do ditador Nicolás Maduro no início de 2026. A medida permitiu que o governo americano utilizasse ferramentas jurídicas de combate ao terrorismo para desmantelar as redes de apoio do regime venezuelano, marcando uma mudança significativa na política externa de Washington para a região. Além do Tren de Aragua, a estratégia de segurança dos EUA previu a inclusão de facções brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, na lista de organizações terroristas. Essa ofensiva demonstra a prioridade da gestão Trump em neutralizar ameaças transnacionais que operam na América Latina, utilizando a classificação de terrorismo para facilitar a cooperação internacional e a aplicação de sanções mais severas contra grupos criminosos e seus aliados políticos.
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