O presidente Donald Trump confirmou a morte de Hector Guerrero Flores, líder do Tren de Aragua, em operação coordenada entre EUA e Venezuela.
O presidente Donald Trump confirmou, na sexta-feira, 12 de junho de 2026, por meio da plataforma Truth Social, que as Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram uma operação letal contra Hector Rusthenford Guerrero Flores, líder da organização criminosa venezuelana Tren de Aragua. Conhecido como Niño Guerrero, o indivíduo era apontado pelo governo americano como uma das figuras centrais de um dos grupos criminosos mais perigosos da América Latina. Segundo o relato do presidente, a ação foi conduzida pelo Comando Sul sob ordens diretas da Casa Branca, contando com uma coordenação estratégica junto às autoridades da Venezuela para localizar e neutralizar o alvo.
Além da ameaça à segurança regional, Guerrero Flores enfrentava acusações formais em um tribunal federal de Nova York, onde respondia por crimes de conspiração de extorsão e apoio ao terrorismo. A operação marca um endurecimento significativo na postura da administração Trump frente a organizações criminosas transnacionais que operam nas Américas. Ao classificar o Tren de Aragua como uma organização terrorista, o governo americano sinaliza uma mudança de paradigma no combate a facções que expandiram sua influência para além das fronteiras venezuelanas, consolidando uma ação direta contra a cúpula da organização.
Embora o presidente tenha confirmado a execução da operação, detalhes técnicos sobre a localização precisa e as circunstâncias táticas do confronto ainda estão sendo analisados por autoridades de segurança. A cooperação entre Washington e Caracas para esta finalidade específica representa um desdobramento relevante na política externa atual, reforçando a prioridade da Casa Branca em desmantelar redes criminosas que impactam a segurança interna dos Estados Unidos através de atividades ilícitas transnacionais.
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