A Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu Israel e a Rússia em seu relatório anual sobre violência sexual em zonas de conflito, citando evidências de abusos cometidos por forças armadas de ambos os Estados. O documento, que também mantém o Hamas na lista, destacou um cenário preocupante com um aumento de mais de 100% nos casos registrados em 2025. Representantes da organização apontaram dificuldades de acesso para investigar as denúncias, enquanto o governo israelense condenou veementemente o conteúdo e negou as alegações.
Em resposta, Israel anunciou o rompimento de todas as relações com o gabinete do secretário-geral António Guterres. Embora a inclusão na lista não resulte em sanções automáticas, o impacto diplomático é significativo, afetando a reputação internacional dos países envolvidos e intensificando as tensões entre Israel e a cúpula da ONU, que segue monitorando abusos sexuais em diversas zonas de guerra ao redor do mundo.
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