A Ferrari enfrentou uma recepção negativa após o lançamento do Luce, seu primeiro esportivo totalmente elétrico. O modelo, que marca a entrada da marca no segmento de luxo elétrico, foi alvo de críticas severas ao seu design, com analistas e entusiastas comparando a estética do veículo a modelos de entrada de outras fabricantes. A reação imediata do mercado financeiro resultou em uma desvalorização de 8% nas ações da companhia. Em resposta ao cenário adverso e à estagnação do setor de luxo elétrico, o CEO Benedetto Vigna defendeu a estratégia da empresa, embora a montadora tenha optado por revisar suas metas de eletrificação para 2030. A resistência de figuras influentes do setor automotivo, como Luca di Montezemolo, sublinha o desafio da Ferrari em equilibrar a tradição da marca com as exigências da transição energética global.
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