A revelação do Luce, o primeiro veículo totalmente elétrico da Ferrari, provocou reações mistas no mercado e entre entusiastas. Com preço de 550 mil euros, o modelo gerou críticas de nomes influentes, como Luca di Montezemolo e Matteo Salvini, que questionaram a estética desenvolvida sob a liderança de Jony Ive. Contudo, o CEO Benedetto Vigna minimizou as preocupações, confirmando que o veículo já acumula pedidos de clientes fiéis e novos interessados. Vigna reforçou que a inovação não exclui a continuidade dos motores a combustão na linha da marca. Analistas da RBC Capital Markets sugerem cautela, comparando o cenário ao lançamento do Purosangue, que superou dúvidas iniciais para se consolidar como um sucesso comercial. A Ferrari agora foca na produção interna de componentes em Maranello para equilibrar a transição tecnológica com sua identidade de luxo.
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