O mercado financeiro reagiu com cautela ao desempenho da economia brasileira no início de 2026. O crescimento de 1,1% do PIB no primeiro trimestre, acima das projeções, intensificou o debate sobre a trajetória da taxa Selic. Analistas apontam que o forte consumo das famílias pode pressionar a inflação, levando o Banco Central a adotar uma postura mais conservadora na redução dos juros. Paralelamente, o cenário fiscal permanece sob observação, com a dívida bruta alcançando 80,4% do PIB em abril, mesmo com o superávit primário do setor público. Enquanto a curva curta de juros reflete a cautela doméstica, os contratos de longo prazo apresentaram leve queda, influenciados pelo otimismo com um possível acordo diplomático entre os Estados Unidos e o Irã, que impacta o apetite ao risco global.
27 mai, 11:45
18 mai, 22:33
30 abr, 11:13
18 mar, 19:01
18 mar, 01:01
Carregando comentários...