Turismo em Cuba sofre queda de 48% no primeiro trimestre de 2026
O setor turístico cubano enfrenta colapso devido a sanções dos EUA, crise energética e problemas graves de infraestrutura na ilha.
Pontos principais
- O número de visitantes internacionais caiu 48% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior.
- Sanções econômicas impostas pelo governo Trump têm restringido a viabilidade do turismo no país.
- A escassez crônica de combustível e energia forçou companhias aéreas a suspenderem rotas internacionais.
- Problemas estruturais, como falhas no sistema de saúde e acúmulo de lixo, prejudicaram a imagem do destino.
- O turismo, que respondia por 8% da economia cubana, vive um cenário de incerteza com o fechamento de estabelecimentos.
O setor de turismo em Cuba atravessa uma crise severa, marcada por uma queda de 48% no fluxo de visitantes internacionais durante o primeiro trimestre de 2026. O cenário é agravado pela pressão econômica exercida pelo governo Trump sobre a administração de Miguel Díaz-Canel, que limita a operação de empresas estrangeiras e o fluxo de viajantes. A situação é intensificada por uma crise energética persistente e pela escassez de combustível, fatores que levaram diversas companhias aéreas a cancelar rotas para a ilha. Além das dificuldades logísticas, a deterioração da infraestrutura básica, incluindo falhas no sistema de saúde e problemas de saneamento, tem afastado turistas e forçado o fechamento de diversos estabelecimentos locais. Como o turismo representava cerca de 8% da economia nacional, o colapso do setor gera incertezas profundas sobre a estabilidade econômica e a capacidade de recuperação do país a curto prazo.
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