Crise energética em Cuba afeta turismo e agrava escassez
Cuba enfrenta uma grave crise energética e econômica, resultando em um declínio acentuado do turismo e escassez de bens essenciais, apesar da chegada de um petroleiro russo.
Pontos principais
- A crise econômica em Cuba intensificou a vulnerabilidade social e a escassez de alimentos, medicamentos e combustíveis.
- O turismo, pilar da economia cubana, caiu cerca de 70% em seis anos devido à crise energética e ao bloqueio marítimo dos EUA.
- Companhias aéreas como Air France, Air Canada e Air Transat suspenderam rotas para Cuba.
- Um petroleiro russo chegou a Cuba com 730 mil barris de petróleo, após tratativas entre Moscou e Washington.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, minimizou a chegada do petróleo russo, afirmando que não fará diferença para a situação de Cuba.
Cuba enfrenta uma grave crise energética e econômica, que tem levado a uma escassez generalizada de bens essenciais como alimentos, medicamentos e combustíveis. O setor de turismo, vital para a economia cubana e para a entrada de divisas, registrou uma queda de aproximadamente 70% nos últimos seis anos, impactado pela crise energética e pelo bloqueio marítimo imposto pelos Estados Unidos. Companhias aéreas importantes já suspenderam suas rotas para a ilha, e turistas relatam dificuldades como hotéis fechados e voos com escalas adicionais para reabastecimento.
Recentemente, um petroleiro russo chegou a Cuba com 730 mil barris de petróleo, resultado de negociações entre Moscou e Washington. Contudo, o presidente dos EUA, Donald Trump, minimizou o impacto dessa entrega, afirmando que não alterará significativamente a situação do país. A população cubana vê o turismo como crucial para a obtenção de recursos e a compra de combustível, e a sua ausência agrava ainda mais a crise.
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