O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 2 de junho o julgamento do recurso apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro. A decisão é um desdobramento da condenação que tornou Castro inelegível até 2030, a qual determinou originalmente a convocação de eleições indiretas pela Assembleia Legislativa (Alerj) para a conclusão do mandato. O cenário político fluminense permanece incerto, uma vez que o PSD questiona o modelo de sucessão no Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo a realização de eleições diretas. Atualmente, o estado vive um vácuo na vice-governadoria desde a saída de Thiago Pampolha em 2025, sendo administrado interinamente pelo presidente do TJ-RJ, Ricardo Couto de Castro. A renúncia de Claudio Castro em abril, motivada por seus planos de concorrer ao Senado, intensificou a necessidade de uma definição jurídica sobre a governança do estado.
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