O Banco Master recebeu R$ 4,3 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em assistência antes de sua liquidação, em um esforço para evitar o colapso que se tornou o maior evento da história do fundo.
O Banco Master recebeu R$ 4,3 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em operações de assistência entre maio e outubro de 2025, meses antes de sua liquidação. O objetivo era tentar conter a deterioração financeira do grupo, reduzir perdas potenciais e permitir uma saída organizada do mercado. No entanto, o esforço não foi suficiente, e o banco captou apenas R$ 90,2 milhões no período, evidenciando a gravidade de sua crise de liquidez.
Um plano de reestruturação, que incluía venda de ativos e suporte do FGC, foi apresentado ao Banco Central em setembro, mas não conseguiu estabilizar a situação. Em novembro de 2025, o Banco Master tinha R$ 4,8 milhões em caixa contra R$ 48,6 milhões em obrigações imediatas. A liquidação extrajudicial foi determinada pelo Banco Central para evitar riscos maiores ao sistema financeiro, resultando no maior evento da história do FGC, com uma exposição de R$ 40 bilhões.
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