O Banco de Brasília (BRB) anunciou uma flexibilização em seu processo de aumento de capital, passando a permitir aportes parciais com homologações intermediárias autorizadas pelo Banco Central. A decisão ocorre em um momento crítico para a instituição, que tenta se adequar às exigências regulatórias após acumular um prejuízo estimado em R$ 10 bilhões. Paralelamente, o governo do Distrito Federal busca junto ao Supremo Tribunal Federal a autorização para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito para estabilizar a situação financeira do banco. O cenário é agravado pela Operação Compliance Zero, que revelou esquemas de fraude envolvendo a aquisição de ativos podres do Banco Master. O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, foram presos durante as investigações. Para viabilizar a capitalização, o prazo de preferência para acionistas foi estendido até 3 de junho.
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