O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias ao ministro Marco Buzzi, afastado preventivamente desde fevereiro. A medida, que reduziu o salário líquido do magistrado de R$ 100 mil para R$ 35,1 mil, cumpre uma diretriz do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que proíbe o recebimento de valores extras por juízes sob processo disciplinar. O caso ganha relevância no contexto da política de transparência do Judiciário, que busca implementar o 'contracheque único' para evitar pagamentos adicionais indevidos.
Buzzi é alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e de um processo administrativo interno devido a denúncias de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos em Balneário Camboriú. Enquanto a investigação segue em curso, a defesa do ministro nega veementemente as acusações, afirmando que não houve qualquer ato ilícito ou impróprio praticado pelo magistrado durante o período em questão.
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