O governo de Minas Gerais, controlador da Copasa, viu frustrada a tentativa de vender uma fatia de 30% da estatal de saneamento. Tanto a Equatorial Energia quanto o consórcio formado por Aegea, Itaúsa, GIC e Equipav apresentaram propostas financeiras abaixo do preço mínimo estipulado pelo Estado. A notícia gerou uma reação negativa imediata no mercado, com as ações da companhia recuando 7,3%, o pior desempenho do Ibovespa no dia. A Copasa comunicou que, diante do resultado, as condições da operação e os cronogramas de venda podem sofrer alterações. O processo de desestatização é uma das principais pautas da gestão estadual, que agora deve reavaliar a estratégia para viabilizar a transação sem comprometer o valor de mercado da empresa.
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