A privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) é o processo de desestatização da empresa responsável pelo saneamento em Minas Gerais, liderado pelo governador Romeu Zema. Autorizada por lei sancionada em dezembro de 2025 após aprovação da ALMG, a iniciativa visa transformar a Copasa em uma *corporation*, reduzindo o controle estatal para modernizar a empresa e quitar dívidas estaduais. A oposição expressa preocupações sobre o aumento de tarifas e a precarização dos serviços, enquanto o governo defende a medida como essencial para investimentos e a universalização do saneamento.
A privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa, CSMG3) refere-se ao processo de desestatização da empresa, que é responsável pelo abastecimento de água e serviços de esgoto em grande parte dos municípios mineiros. A iniciativa, liderada pelo governador Romeu Zema, visa transformar a Copasa em uma corporation, reduzindo ou eliminando o controle acionário do Estado de Minas Gerais. O processo foi autorizado por lei sancionada em dezembro de 2025, após a aprovação pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
A privatização da Copasa é uma das principais bandeiras do governo Romeu Zema, que a defende como um meio para modernizar a empresa, atrair investimentos e auxiliar no pagamento da dívida do estado com a União. Anteriormente, a Constituição de Minas Gerais exigia um referendo popular para a desestatização de empresas estatais. No entanto, em 2023, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada, removendo essa obrigatoriedade e facilitando o avanço do processo. A oposição argumenta que a privatização pode levar ao aumento das tarifas, precarização dos serviços e demissões, além de defender que o estado possui alternativas para quitar suas dívidas sem alienar a Copasa.