O CEO da Lamborghini, Stephan Winkelmann, defendeu publicamente a estratégia da montadora de priorizar veículos híbridos plug-in em vez de investir em modelos totalmente elétricos. Segundo o executivo, a decisão de abandonar projetos de eletrificação total foi acertada, baseando-se na análise de que o interesse por veículos elétricos não apresenta crescimento significativo entre o público consumidor da marca de luxo. A declaração ocorre em um momento de tensão no setor automotivo italiano, intensificada pela repercussão negativa do Ferrari Luce. O lançamento do novo elétrico da Ferrari resultou em queda nas ações da empresa e críticas severas de especialistas e autoridades, como o ministro Matteo Salvini, que apontam uma possível diluição da identidade histórica das marcas de superesportivos ao se afastarem dos motores a combustão.
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