Starbucks enfrenta críticas na Coreia do Sul por campanha publicitária
A rede de cafeterias pediu desculpas após uma promoção ser associada a um violento levante histórico que vitimou civis no país.
Pontos principais
- A campanha, intitulada 'Dia do Tanque', gerou indignação por evocar memórias sensíveis de um levante militar.
- O público sul-coreano considerou a associação desrespeitosa com as vítimas do conflito histórico.
- Chung Yong-jin, presidente da empresa controladora, emitiu um pedido de desculpas oficial pelo ocorrido.
- O executivo solicitou que a população não direcione críticas aos funcionários das lojas.
A Starbucks enfrenta uma crise de imagem na Coreia do Sul após o lançamento de uma campanha publicitária chamada 'Dia do Tanque'. O material promocional foi duramente criticado por evocar memórias de um violento levante militar ocorrido no país, sendo interpretado por muitos como uma falta de respeito com as vítimas e com a história nacional. A repercussão negativa nas redes sociais e na opinião pública forçou a empresa a agir rapidamente para conter os danos à marca.
Em resposta à controvérsia, o presidente da empresa controladora, Chung Yong-jin, publicou um pedido de desculpas oficial. O executivo assumiu a responsabilidade pelo erro de comunicação e fez um apelo para que a insatisfação do público não seja direcionada aos funcionários das lojas e equipes de atendimento, que não tiveram participação na criação da campanha. A companhia busca agora reverter o impacto negativo e restaurar sua reputação no mercado sul-coreano.
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