O CEO da Starbucks na Coreia do Sul, Sohn Jeong-hyun, foi demitido pelo Grupo Shinsegae após uma campanha promocional causar indignação nacional. A ação, intitulada 'Tank Day', foi lançada em 18 de maio, data que marca o movimento de democratização de 1980. A promoção, que envolvia a venda de copos e tumblers, foi amplamente interpretada como uma referência insensível à repressão militar contra manifestantes, um dos episódios mais sensíveis da história sul-coreana. Diante da rápida repercussão negativa e dos pedidos de boicote, a empresa retirou a campanha do ar imediatamente. O presidente do grupo, Chung Yong-jin, destituiu o executivo do cargo na última segunda-feira, classificando a iniciativa como marketing inadequado. O caso gerou uma crise de imagem significativa para a marca no mercado local, ressaltando a necessidade de sensibilidade cultural em estratégias globais, especialmente em regiões com histórico político complexo.
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