Associação das aéreas pede ao governo extensão de subsídios até dezembro
A Abear solicitou ao governo federal a prorrogação de medidas emergenciais e subsídios para reduzir os custos operacionais do setor aéreo.
Pontos principais
- A Abear formalizou o pedido de extensão de alívio financeiro para as companhias aéreas até o fim de 2025.
- O setor busca manter a alíquota zero de PIS/Cofins sobre o querosene de aviação, cujo benefício atual expira em 31 de maio.
- Empresas negociam o adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea para preservar o fluxo de caixa.
- A alta nos preços do petróleo e do combustível, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio, é citada como o principal fator de pressão.
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) encaminhou ao governo federal um pedido formal para a prorrogação de medidas emergenciais de suporte ao setor. O pleito visa mitigar o impacto dos elevados custos operacionais, que têm sido pressionados pela volatilidade dos preços do petróleo e do querosene de aviação, agravada pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio. Entre as principais solicitações, destaca-se a manutenção da alíquota zero de PIS/Cofins sobre o combustível, benefício que tem vencimento previsto para o final de maio. Além disso, as companhias buscam flexibilizar o cronograma de pagamento das tarifas de navegação aérea. A medida é considerada estratégica pelas empresas para evitar a queima acelerada de caixa e garantir a sustentabilidade das operações aéreas no país ao longo do restante do ano.
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