A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) encaminhou ao governo federal um pedido formal para a prorrogação de medidas emergenciais de suporte ao setor. O pleito visa mitigar o impacto dos elevados custos operacionais, que têm sido pressionados pela volatilidade dos preços do petróleo e do querosene de aviação, agravada pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio. Entre as principais solicitações, destaca-se a manutenção da alíquota zero de PIS/Cofins sobre o combustível, benefício que tem vencimento previsto para o final de maio. Além disso, as companhias buscam flexibilizar o cronograma de pagamento das tarifas de navegação aérea. A medida é considerada estratégica pelas empresas para evitar a queima acelerada de caixa e garantir a sustentabilidade das operações aéreas no país ao longo do restante do ano.
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