CMN regulamenta linha de crédito de R$ 1 bilhão para companhias aéreas
Governo libera R$ 1 bilhão em crédito emergencial para companhias aéreas enfrentarem a alta nos custos operacionais e do combustível.
Pontos principais
- O crédito de R$ 1 bilhão será operado pelo Banco do Brasil com teto de R$ 330 milhões por empresa.
- O prazo de pagamento é de seis meses, com amortização em parcela única e taxa de 100% do CDI.
- A medida visa mitigar impactos da alta do querosene de aviação e tensões geopolíticas globais.
- As empresas podem acessar os recursos até 28 de junho de 2026, mediante comprovação de capacidade de pagamento.
- O financiamento integra um pacote de R$ 7,5 bilhões do FNAC voltado à reestruturação do setor aéreo.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) oficializou as condições para a concessão de uma linha de crédito emergencial de R$ 1 bilhão destinada ao capital de giro das companhias aéreas brasileiras. A medida busca oferecer suporte financeiro diante da pressão inflacionária sobre os custos operacionais, especialmente o preço do querosene de aviação, agravado por tensões geopolíticas globais. O financiamento será operado pelo Banco do Brasil, estabelecendo um teto de R$ 330 milhões por empresa beneficiária, com prazo de reembolso de seis meses e amortização em parcela única.
Para acessar os recursos, que estarão disponíveis até 28 de junho de 2026, as companhias deverão comprovar a capacidade de pagamento e os impactos negativos em suas operações. Esta iniciativa faz parte de um plano governamental mais amplo, que contempla um pacote de R$ 7,5 bilhões do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC) focado na reestruturação financeira do setor. A estratégia visa assegurar a manutenção da malha aérea nacional e a estabilidade das operações das empresas diante do cenário econômico desafiador.
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