Professores da USP entram em greve por reajuste e apoio a estudantes
Docentes da USP iniciam greve por aumento salarial e em solidariedade às demandas estudantis após impasse nas negociações com a reitoria.
Pontos principais
- A categoria reivindica reajuste salarial baseado no IPCA acrescido de 3% de ganho real.
- O movimento apoia a greve estudantil, iniciada em abril, que exige o reajuste do auxílio permanência.
- Estudantes pedem que o valor do Papfe seja equiparado ao salário mínimo paulista.
- A reitoria da USP encerrou as negociações de forma unilateral após a rejeição de suas propostas.
- A pauta de reivindicações inclui melhorias no restaurante universitário e no Hospital Universitário.
Os professores da Universidade de São Paulo (USP), representados pela Adusp, deflagraram greve imediata após assembleia da categoria. O movimento busca pressionar a reitoria por um reajuste salarial que contemple o IPCA mais 3% de ganho real. A paralisação também serve como apoio à greve dos estudantes, que ocorre desde abril e reivindica a atualização do auxílio permanência (Papfe) para o valor do salário mínimo paulista. O cenário de crise se intensificou após a reitoria encerrar unilateralmente as negociações, alegando a rejeição de suas propostas anteriores pelos docentes. Além das questões salariais e estudantis, a pauta de reivindicações abrange melhorias estruturais no restaurante universitário e no Hospital Universitário, evidenciando um descontentamento amplo com a gestão atual da instituição.
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