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Alunos da USP aprovam greve e se juntam a protesto de servidores

Estudantes da USP decidiram aderir à greve de servidores em protesto contra bônus exclusivo para professores e para incluir pautas estudantis.

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Foto: InfoMoney
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16/04 às 00:01

Pontos principais

  • O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP aprovou a adesão à greve em assembleia.
  • A paralisação estudantil se alinha ao protesto de servidores contra um bônus de até R$ 4.500 destinado apenas a professores.
  • Estudantes incluíram pautas como melhorias no restaurante universitário, vestibular para indígenas e cotas para pessoas trans.
  • Servidores reivindicam que o valor do bônus dos professores seja dividido entre todos os funcionários, resultando em um reajuste salarial de até R$ 1.600.

Alunos da Universidade de São Paulo (USP) aprovaram a adesão à greve iniciada pelos servidores da instituição. A decisão foi tomada em assembleia realizada na Cidade Universitária pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), que se une ao movimento de protesto contra a concessão de um bônus de até R$ 4.500 exclusivo para professores.

Além de apoiar a reivindicação dos servidores por um reajuste salarial que inclua todos os funcionários – a USP conta com mais de 5.300 professores e aproximadamente 12.600 técnico-administrativos –, os estudantes também incorporaram pautas próprias, como melhorias no restaurante universitário (bandejão), a criação de um vestibular específico para indígenas e a implementação de cotas para pessoas trans. A Reitoria da USP informou que está analisando a qualidade dos restaurantes e investindo no Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE).

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