O governo de Goiás, durante a gestão de Ronaldo Caiado, utilizou a BK Instituição de Pagamento para processar R$ 1,36 bilhão destinados a programas de transferência de renda. A fintech tornou-se alvo da Operação Carbono Oculto, que investiga a empresa por suspeitas de atuar como um banco paralelo para o PCC. Segundo dados do Coaf, os repasses foram operacionalizados pela Agência de Fomento de Goiás, gerando taxas que recaíram sobre o setor comercial local. O caso ganha relevância política dado que Caiado encerrou seu mandato em março de 2026 para focar em sua candidatura à Presidência da República. As autoridades agora buscam esclarecer a natureza da relação entre a administração estadual e a instituição financeira sob investigação.
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