Gestão Caiado movimentou R$ 1,3 bi via fintech ligada ao PCC
Governo de Goiás utilizou fintech investigada por ligação com o PCC para gerir R$ 1,3 bilhão em programas sociais, gerando taxas a comerciantes.
Pontos principais
- A gestão de Ronaldo Caiado processou R$ 1,36 bilhão em repasses sociais através da BK Instituição de Pagamento.
- A fintech é alvo da Operação Carbono Oculto, que apura seu uso como banco paralelo pela facção criminosa PCC.
- Relatórios do Coaf indicam que os recursos foram movimentados pela Agência de Fomento de Goiás.
- A operação financeira resultou em cobrança de taxas que impactaram comerciantes locais.
- Caiado deixou o governo estadual em março de 2026 para se dedicar à sua candidatura presidencial.
O governo de Goiás, durante a gestão de Ronaldo Caiado, utilizou a BK Instituição de Pagamento para processar R$ 1,36 bilhão destinados a programas de transferência de renda. A fintech tornou-se alvo da Operação Carbono Oculto, que investiga a empresa por suspeitas de atuar como um banco paralelo para o PCC. Segundo dados do Coaf, os repasses foram operacionalizados pela Agência de Fomento de Goiás, gerando taxas que recaíram sobre o setor comercial local. O caso ganha relevância política dado que Caiado encerrou seu mandato em março de 2026 para focar em sua candidatura à Presidência da República. As autoridades agora buscam esclarecer a natureza da relação entre a administração estadual e a instituição financeira sob investigação.
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