O governo federal oficializou o programa 'Brasil Contra o Crime Organizado', uma estratégia de R$ 11,1 bilhões voltada a desarticular as finanças de facções criminosas. O montante é composto por R$ 1,06 bilhão em investimentos diretos e R$ 10 bilhões em linhas de crédito do BNDES. A iniciativa foca em quatro eixos centrais: asfixia financeira, modernização do sistema prisional, qualificação das investigações de homicídios e combate ao tráfico de armas. Para operacionalizar a estratégia, serão implementados padrões de segurança máxima em 138 unidades prisionais estratégicas, utilizando tecnologias como bloqueadores de celular e scanners corporais de alta precisão.
A execução do plano está condicionada à adesão formal dos governos estaduais, que deverão integrar seus sistemas de segurança ao pacto nacional para acessar os recursos federais. Além da cooperação interna, o governo busca fortalecer parcerias internacionais, com foco especial na colaboração com os Estados Unidos para monitorar o contrabando de armas para o Brasil. A iniciativa integra a estratégia do governo para reforçar a segurança pública, utilizando a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) e o Centro Nacional de Inteligência Penal (CNIP) como pilares de inteligência e ação coordenada.
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