A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, tornou-se um dos temas centrais na corrida eleitoral brasileira. Com a implementação das novas regras prevista para ocorrer de forma gradual até 2032, a proposta enfrenta agora a resistência de dois dos principais pré-candidatos à presidência, que utilizam a possibilidade de reversão da medida como plataforma de campanha. A menos de cinco meses do pleito, o cenário gera incertezas sobre a continuidade das mudanças fiscais já em curso. Analistas econômicos, como o colunista Braulio Borges, alertam que interromper o processo de transição tributária seria uma decisão negativa para o país, dado que o sistema atual é fruto de um longo debate legislativo voltado à simplificação do modelo de arrecadação nacional. A discussão coloca em xeque a previsibilidade econômica e a viabilidade de longo prazo das mudanças estruturais aprovadas pelo Congresso.
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