Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 1 trilhão em 2026
Receita Federal registra R$ 278,8 bilhões em abril, com alta real de 7,82%, consolidando marca histórica acima de R$ 1 trilhão no primeiro quadrimestre.
Pontos principais
- A arrecadação federal atingiu R$ 278,8 bilhões em abril de 2026, recorde para o mês na série histórica.
- O resultado superou as expectativas do mercado, que projetavam cerca de R$ 275 bilhões para o período.
- No acumulado de janeiro a abril, a receita total alcançou R$ 1,056 trilhão, um crescimento real de 5,41%.
- O desempenho foi impulsionado por altas no IRPJ, CSLL, contribuições previdenciárias e um salto de 541% no setor de petróleo.
- O IOF registrou elevação de 30,3% na comparação anual, enquanto o IRRF sobre rendimentos de capital cresceu 25,45%.
- A arrecadação previdenciária subiu 4,83%, refletindo o aumento da massa salarial e do emprego formal.
- Mudanças tributárias, como a reoneração da folha de pagamentos, contribuíram para o resultado positivo.
A arrecadação federal brasileira atingiu um patamar histórico em abril de 2026, totalizando R$ 278,8 bilhões, o que representa um crescimento real de 7,82% em relação ao mesmo período de 2025. Este resultado superou as projeções de mercado, que estimavam cerca de R$ 275 bilhões, e consolidou o maior volume registrado para o mês desde o início da série histórica. O desempenho foi determinante para que o acumulado do primeiro quadrimestre superasse a marca de R$ 1,056 trilhão, estabelecendo um novo parâmetro para as contas públicas sob a gestão do presidente Donald Trump.
O aumento na arrecadação foi sustentado por uma combinação de crescimento econômico e medidas fiscais. O Imposto de Renda de empresas e a CSLL contribuíram para o incremento, enquanto as contribuições previdenciárias cresceram 4,83%, impulsionadas pela melhora na massa salarial. Destacaram-se ainda o salto de 541% no recolhimento de tributos do setor de petróleo e gás, a alta de 30,3% no IOF e o avanço de 25,45% no IRRF sobre rendimentos de capital. Somam-se a esses fatores as mudanças tributárias, como a reoneração da folha de pagamentos, que reforçam a solidez da receita federal e servem como indicador relevante para o cumprimento das metas fiscais estabelecidas pelo governo.
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