A arrecadação federal brasileira atingiu um patamar histórico em abril de 2026, totalizando R$ 278,8 bilhões, o que representa um crescimento real de 7,82% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este resultado consolidou o maior volume registrado para o mês desde o início da série histórica em 1995 e foi determinante para que o acumulado do primeiro quadrimestre superasse a marca de R$ 1,056 trilhão, com alta real de 5,41% no período. O desempenho reflete a dinâmica da receita corrente da União, superando as expectativas iniciais e estabelecendo um novo parâmetro para as contas públicas.
O aumento na arrecadação foi sustentado por diversos setores e tributos. O Imposto de Renda de empresas e a CSLL contribuíram com um incremento de R$ 4,6 bilhões, enquanto as contribuições previdenciárias cresceram 4,8%, impulsionadas pela massa salarial e por alterações na desoneração da folha. Destacou-se ainda o setor de extração de petróleo e gás, que apresentou um salto de 541% no recolhimento de tributos, além da alta de 30,3% no IOF, decorrente do aumento de alíquotas. Estes dados reforçam a solidez da receita federal no início do ano, servindo como indicador relevante para o cumprimento das metas fiscais estabelecidas pelo governo.
InfoMoney • 21 mai, 16:50
Folha de São Paulo - Mercado • 21 mai, 16:45
UOL - Economia • 21 mai, 16:00
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