Erika Hilton rejeita negociar aumento de jornada na PEC da escala 6x1
A deputada Erika Hilton afirmou que não aceitará emendas que ampliem a carga horária de trabalho na proposta que busca extinguir a escala 6x1.
Pontos principais
- Erika Hilton descartou propostas da oposição que condicionam o fim da escala 6x1 ao aumento da jornada semanal.
- O deputado Sérgio Turra apresentou emenda com 176 assinaturas que sugere um período de transição de dez anos.
- Estudo do Dieese aponta que a redução da jornada de trabalho pode gerar até 3 milhões de novos postos de emprego.
- O governo federal avalia medidas como isenções tributárias e incentivos a convenções coletivas para viabilizar a transição.
A deputada Erika Hilton reafirmou sua posição contrária a qualquer negociação que envolva o aumento da carga horária de trabalho no âmbito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa o fim da escala 6x1. A parlamentar sustenta que o objetivo central da iniciativa deve ser exclusivamente a garantia de melhores condições de descanso para o trabalhador brasileiro. O debate ganha complexidade com a emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra, que conta com 176 assinaturas e propõe um cronograma de transição estendido por dez anos. Enquanto o Legislativo discute os termos, o governo federal analisa estratégias para mitigar impactos econômicos, incluindo a possibilidade de isenções tributárias e o fortalecimento das convenções coletivas. A discussão é acompanhada de perto por especialistas, dado que o Dieese estima um potencial de criação de 3 milhões de novos empregos com a redução da jornada.
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