A unidade petroquímica Braskem Idesa atravessa um momento de instabilidade financeira, com uma queda de 32% na receita líquida no primeiro trimestre de 2026. A escassez de caixa impede a companhia de expandir sua produção para capturar os ganhos do atual ciclo de alta nos preços do setor. Para contornar a crise, a empresa negocia a reestruturação de sua dívida e busca um financiamento de US$ 250 milhões, montante que seria destinado a viabilizar um possível processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. O cenário de vulnerabilidade é agravado pelos desafios enfrentados pela controladora, que lida com os impactos do desastre ambiental em Alagoas e com as tentativas de venda da companhia pela Novonor. Curiosamente, o mercado financeiro mantém uma percepção distinta, com os títulos de dívida da Braskem registrando valorização sustentada pela alta dos spreads petroquímicos globais.
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