Grupo Prerrogativas e PT acionam TSE contra filme Dark Horse
Ação questiona financiamento de R$ 61 milhões para filme ligado a Flávio Bolsonaro, apontando suspeitas de caixa dois e propaganda irregular.
Pontos principais
- O grupo Prerrogativas e o deputado Rogério Correia pedem investigação sobre o financiamento de R$ 61 milhões da obra.
- A representação aponta indícios de lavagem de dinheiro, triangulação internacional e doação empresarial indireta.
- O pedido solicita a proibição da exibição do filme durante o período eleitoral de 2026.
- A denúncia baseia-se em áudios e mensagens divulgados pelo The Intercept Brasil que ligam o senador Flávio Bolsonaro ao projeto.
- Pesquisa AtlasIntel aponta impacto negativo na imagem do parlamentar após a repercussão do caso.
O grupo Prerrogativas e o deputado Rogério Correia (PT) protocolaram uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para investigar o financiamento do filme Dark Horse. A ação levanta suspeitas sobre a origem de R$ 61 milhões, que teriam sido providenciados pelo banqueiro Daniel Vorcaro a pedido do senador Flávio Bolsonaro. Os autores da denúncia alegam possíveis práticas de caixa dois, lavagem de dinheiro e doação empresarial indireta, solicitando que o caso seja encaminhado à Polícia Federal e ao COAF para apuração rigorosa. Além da investigação, o grupo busca impedir a exibição do longa-metragem durante o período eleitoral de 2026, argumentando que a obra configuraria propaganda eleitoral irregular. A ofensiva jurídica ocorre após a divulgação de áudios pelo The Intercept Brasil que vinculam o senador à produção, gerando desgaste político e afetando negativamente sua percepção pública, conforme apontado por levantamentos da AtlasIntel.
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