A economia brasileira apresentou sinais de aceleração no início de 2026, com o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrando alta de 1,23% no primeiro trimestre, superando o desempenho observado no final de 2025. Apesar do resultado trimestral positivo, o recuo de 0,67% registrado em março acendeu um alerta no mercado financeiro. O setor de serviços, principal motor da atividade econômica, foi o maior responsável pela retração mensal, evidenciando os efeitos da política monetária restritiva sobre o consumo das famílias. Analistas do mercado financeiro indicam que a combinação de juros elevados e o endividamento das famílias está impondo um freio à atividade econômica, o que deve limitar o crescimento ao longo do ano. Além disso, o cenário econômico atual reflete a expectativa de uma perda de fôlego na atividade nos meses que antecedem as eleições, conforme apontado por análises do Banco Central. Com a inflação persistente e a deterioração das expectativas no Boletim Focus, o Banco Central mantém uma postura de cautela quanto à redução da taxa Selic, estimada em 13,25% ao final de 2026. As projeções atuais para o PIB anual oscilam entre 1,7% e 2,0%. O dado oficial consolidado será publicado pelo IBGE no dia 29 de maio.
UOL - Economia • 18 mai, 15:53
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