A montadora chinesa BYD foi incluída na lista suja do trabalho escravo após uma operação de fiscalização realizada no final de 2024 em sua planta industrial de Camaçari, na Bahia. A ação das autoridades brasileiras resultou no resgate de 163 trabalhadores de nacionalidade chinesa que atuavam em condições análogas à escravidão na unidade. O caso ganhou contornos políticos significativos, expondo bastidores de pressões e negociações que envolveram o governo federal. A repercussão do episódio gerou instabilidade nos quadros administrativos em Brasília, culminando na demissão de um secretário em abril de 2026. A inclusão na lista suja representa um marco crítico para a operação da empresa no Brasil, levantando debates sobre a fiscalização de cadeias produtivas internacionais e as responsabilidades trabalhistas de multinacionais em território nacional.
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