A recente alteração na Lei da Nacionalidade de Portugal provocou uma crise entre o governo e investidores estrangeiros, que alegam violação aos princípios de segurança jurídica. As novas diretrizes estabeleceram prazos mais longos para a naturalização e restringiram o acesso à cidadania para filhos de imigrantes nascidos em território português. Além disso, a mudança na metodologia de contagem do tempo de residência, que agora depende exclusivamente da emissão da autorização pela AIMA, gerou insegurança sobre investimentos realizados sob regras anteriores. O programa de golden visas, criado em 2012, tem enfrentado pressões crescentes da União Europeia devido a preocupações com lavagem de dinheiro e segurança. Em resposta, um grupo de mais de 500 investidores internacionais prepara uma ação coletiva, argumentando que as alterações retroativas configuram uma quebra de confiança legítima por parte do Estado.
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