Uma coalizão formada por 70 associações e federações industriais, denominada União pela Energia, apresentou um pedido formal para que o governo não homologue o Leilão de Reserva de Capacidade de 2026. O grupo argumenta que os resultados do certame, realizado em março, podem elevar significativamente os custos de energia para o setor produtivo, prejudicando a competitividade da indústria nacional. A contestação coloca em xeque o processo de contratação de energia de reserva, que visa garantir a segurança do sistema elétrico brasileiro. O pedido de suspensão da homologação está sob análise, enquanto o setor industrial pressiona por uma revisão dos critérios e dos impactos financeiros que o leilão impõe aos consumidores finais e às empresas. A decisão final sobre a homologação permanece como um ponto de tensão entre o governo e os representantes do setor produtivo.
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