O setor bancário brasileiro iniciou 2026 sob forte pressão, resultando em uma restrição na oferta de crédito. O cenário é agravado pela combinação de juros em dois dígitos, que encarecem o custo do capital, e pelo elevado endividamento das famílias, que eleva o risco de inadimplência. Além dos fatores internos, a instabilidade provocada pela guerra no Irã impacta o ambiente econômico global, forçando as instituições financeiras a adotarem uma postura mais conservadora. A estratégia atual prioriza a preservação dos balanços e a redução da exposição a linhas de crédito de maior risco. Esse movimento reflete também as dificuldades enfrentadas por grandes empresas, cujos processos de recuperação financeira têm impactado negativamente os resultados do setor bancário, limitando a liquidez disponível no mercado para novos empréstimos e investimentos.
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