As taxas de juros de curto prazo no Brasil registraram alta, enquanto as de longo prazo apresentaram queda, em uma sessão influenciada por ajustes técnicos e pelo cenário geopolítico. A escalada da guerra no Irã, com a rejeição iraniana à proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos e as ameaças do presidente Donald Trump de novos ataques, dominou as atenções dos mercados.
No contexto doméstico, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ressaltou a necessidade de cautela na política monetária brasileira diante do impacto do conflito. O Ministério da Fazenda também anunciou medidas para mitigar os efeitos da guerra nos preços dos combustíveis no Brasil, incluindo subvenções e a zeragem de impostos, buscando proteger a economia nacional das repercussões internacionais.
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