Prejuízo da Oncoclínicas salta para R$ 438,7 milhões no 1º tri de 2026
A Oncoclínicas reportou prejuízo de R$ 438,7 milhões no 1º tri de 2026, pressionada por custos operacionais e incertezas sobre sua continuidade.
Pontos principais
- Prejuízo líquido da Oncoclínicas atingiu R$ 438,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, mais que o triplo do registrado no ano anterior.
- Receita líquida recuou 22,3%, para R$ 1,16 bilhão, enquanto o Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 49,2 milhões.
- A companhia reiterou em seu balanço incertezas significativas quanto à sua continuidade operacional.
- Problemas de desabastecimento de medicamentos elevaram custos emergenciais, impactando as margens da rede.
- As ações da empresa (ONCO3) reagiram negativamente aos dados, registrando queda de 3,4% na abertura do pregão.
A Oncoclínicas reportou um desempenho financeiro negativo no primeiro trimestre de 2026, com um prejuízo líquido de R$ 438,7 milhões, valor que mais que triplica o resultado do mesmo período de 2025. O balanço, divulgado em 14 de maio, aponta que a empresa enfrenta desafios severos de desabastecimento de medicamentos, o que forçou a realização de compras emergenciais com custos elevados. Esse cenário, somado à queda de 22,3% na receita líquida, reverteu o Ebitda ajustado para um resultado negativo de R$ 49,2 milhões. Além dos números operacionais, a administração da rede reiterou em seu relatório incertezas significativas quanto à sua continuidade operacional. Em reação ao cenário de pressão financeira e às dúvidas sobre a sustentabilidade do negócio, as ações da companhia (ONCO3) recuaram 3,4% na abertura do pregão, sendo negociadas a R$ 1,12.
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