O mercado brasileiro de combustíveis registrou uma pressão inflacionária mais moderada do que a observada nos Estados Unidos e na Europa, apesar da persistente alta nos preços globais do petróleo. Segundo dados do Ineep, o barril da commodity manteve média próxima de US$ 118 em abril, impulsionado por tensões geopolíticas envolvendo o governo de Donald Trump, Israel e o Irã. No Brasil, o diesel permanece como o item mais sensível devido à necessidade de importação, embora o ritmo de reajuste tenha desacelerado no último mês. Enquanto o GLP apresentou um repasse defasado, o etanol manteve estabilidade no período. Especialistas atribuem essa contenção a uma combinação de medidas adotadas pelo governo federal e à estratégia de precificação da Petrobras, que tem conseguido mitigar parte da volatilidade externa que afeta o custo de vida e a logística nacional.
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