O Irã tem intensificado o uso de sua 'marinha mosquito', uma frota composta por centenas de embarcações de ataque rápido operadas pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Ao empregar táticas de guerra assimétrica, o país busca neutralizar a superioridade tecnológica dos Estados Unidos, utilizando enxames de barcos para sobrecarregar sistemas de monitoramento e defesa. Essa estratégia de guerrilha marítima cria um ambiente de incerteza constante no Estreito de Ormuz, ponto vital para o transporte global de petróleo. O impacto é direto na economia, com o tráfego marítimo na região reduzido em mais de 90% em comparação aos níveis anteriores ao conflito. A agilidade e a capacidade de reposição das embarcações iranianas dificultam a neutralização da ameaça pela Marinha dos EUA, mantendo o risco elevado para o comércio internacional e refletindo a preparação iraniana para possíveis confrontos no Golfo Pérsico.
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