A administração Trump apertou o cerco econômico a Cuba em 2026, cortando o envio de combustíveis e visando uma mudança de regime na ilha, em continuidade a uma longa história de tensões bilaterais.
Em 2026, a administração do presidente Donald Trump intensificou as sanções contra Cuba, cortando o envio de combustíveis e aprofundando a crise econômica na ilha. O Secretário de Estado Marco Rubio declarou abertamente o objetivo de promover uma mudança de regime em Cuba, reiterando a política de pressão dos Estados Unidos. Esta medida se insere em um histórico complexo e tenso entre os dois países, que remonta ao século XVIII e inclui tentativas de aquisição, intervenções militares e embargos.
Historicamente, Cuba, um bastião do socialismo, dependeu de subsídios de nações adversárias dos EUA, como a União Soviética, Venezuela, Rússia e China, cujos apoios têm diminuído. As sanções atuais abrangem a proibição de transações com empresas estatais cubanas, restrições de viagem e o fechamento de serviços de transferência de dinheiro, endurecendo a política que já havia reintegrado Cuba à lista de patrocinadores do terrorismo durante as gestões Trump.
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