O diretor da CIA, John Ratcliffe, liderou uma delegação oficial dos Estados Unidos em Havana para reuniões raras com autoridades cubanas, incluindo Raulito Rodriguez Castro. O encontro, que ocorre sob a coordenação de negociações secretas lideradas pelo Secretário de Estado Marco Rubio, aborda a cooperação em segurança e a crise energética que assola a ilha. A administração Trump sinalizou que a abertura para o diálogo está condicionada a mudanças fundamentais no regime cubano e não permanecerá disponível indefinidamente. Em meio à escassez crítica de combustível e apagões prolongados, o governo cubano avalia a possibilidade de aceitar auxílio humanitário dos Estados Unidos para mitigar a pressão econômica interna. Como gesto de boa vontade, Havana libertou a prisioneira política Sissi Abascal Zamora. Contudo, o presidente Miguel Díaz-Canel mantém a postura de que o fim do bloqueio americano é a medida prioritária para a estabilidade do país, embora a necessidade de suprimentos tenha forçado uma reavaliação sobre a oferta de 100 milhões de dólares em ajuda humanitária.
Folha de São Paulo - Mundo • 14 mai, 19:05
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