O setor de hortaliças no Brasil enfrenta um cenário de crescente instabilidade devido à maior frequência de eventos climáticos extremos. Fenômenos como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor excessivo têm impactado diretamente a produtividade no campo, tornando o planejamento agrícola um desafio constante para os produtores. Essa vulnerabilidade climática gera preocupações imediatas quanto à regularidade do abastecimento do mercado interno, o que pode pressionar os preços ao consumidor final.
Além do impacto direto na oferta de alimentos, a crise climática no setor possui uma dimensão socioeconômica relevante. A horticultura é uma atividade intensiva em mão de obra, sendo fundamental para a sustentação de diversas comunidades rurais e para a geração de empregos. A persistência desses riscos climáticos ameaça não apenas a segurança alimentar, mas também a estabilidade econômica de um segmento essencial para a economia nacional.
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